Mostrando postagens com marcador dores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dores. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Últimas que talvez você não saiba:Justiça condena Claudia Raia e Falabella a pagar indenização de R$ 524 mil por danos patrimoniais aos herdeiros do dramaturgo paulista Mauro Rasi..

A Justiça do Rio condenou os atores Miguel Falabella e Claudia Raia e os produtores José Fernando Pagan e Victor Celso Wisenberg a pagar uma indenização de R$ 524 mil por danos patrimoniais aos herdeiros do dramaturgo paulista Mauro Rasi.Segundo o desembargador Mario Guimarães, responsável pela relatoria do processo, o grupo realizou 17 vezes, no ano de 2005 em Portugal, a peça "Batalha de Arroz em um Ringue Para Dois" sem negociar os diretos autorais com os herdeiros de Rasi, que morreu em 2003.Na ação, os detentores do espólio do dramaturgo afirmam que, após liberarem a primeira temporada da peça, em 2004, a produção realizou uma segunda fase da peça sem autorização. Eles teriam apenas informado aos herdeiros, via e-mail, um acordo para o ano seguinte por um valor arbitrário de 9,5 mil euros. O processo corria na Justiça há nove anos.Segundo a decisão do desembargador, a quantia paga pelos produtores na época, de R$ 27,1 mil, é "ínfima se considerada o sucesso da temporada, que lotou todos os teatros em que a peça foi encenada, o que representaria uma receita aproximada de 237,5 euros somente em Lisboa". Além das apresentações na capital portuguesa, o espetáculo também passou pela cidade do Porto e por Guimarães.Os réus alegaram, em recurso, que foi feita uma perícia sem a expertise necessária. Para chegar ao valor estipulado, a acusação teria "apresentado mero cálculo aritmético, sem considerar sequer a presumida cota de convidados por parte do teatro, por produtores locais e dos atores".Apesar de ter decidido pela manutenção da sentença, a Justiça negou o pedido feito pelos autores do processo de uma multa 20 vezes o valor devido por entender que não houve má fé por parte dos produtores na violação dos direitos autorais. O valor de R$ 524 mil deverá ser acrescido ainda de juros, a contar desde a decisão de primeira instância, do dia 28 de fevereiro de 2014.À reportagem procurou as assessorias de Miguel Falabella e Claudia Raia, mas não obteve retorno até a finalização deste texto.

Viril Energy Plus Turbo

virilenergy@outlook.com

Viril Energy Plus Turbo

Pénis Duro, Grande e Grosso!

sábado, 8 de agosto de 2015

Histórias que você talvez desconheça...Superman II" tinha tudo para ser um filme de amor. Nele, o super herói decide abrir mão de seus super poderes para ficar com seu grande amor, Lois Lane

Histórias que Talvez Você Desconheça!

"Superman II" tinha tudo para ser um filme de amor. Nele, o super herói decide abrir mão de seus super poderes para ficar com seu grande amor, Lois Lane. Ele só não contava que três criminosos mal-encarados iriam descer aqui na Terra e acabar com seus planos de trocar a vida de heroísmo pela de amante. E quem assistiu ao filme provavelmente não contava com essa informação: um dos três vilões – "Non", o brutamontes fortão e mudo – já foi um boxeador promissor e lutou contra algumas das grandes figuras do esporte.

O norte-americano Jack O'Halloran, que interpretou o personagem, foi lutador antes de entrar para o cinema. No final dos anos 60 e começo dos anos 70, ele venceu suas 16 primeiras lutas. E não enfrentou só "galinha morta". Em seu caminho estiveram ex-detentores do título dos pesos pesados como Cleveland Williams, Terry Daniels, Manuel Ramos e Danny McAlinden.

Em 1972 e 1973, vieram os títulos de peso pesado da Califórnia, e a carreira de Jack parecia chegar rapidamente ao ápice: ele estava próximo de encarar ninguém menos que Muhammad Ali. Estava. Porque, para a surpresa geral, Jack acabou nocauteado por Jimmy Summerville, em luta em Miami, na Flórida, e o tão esperado confronto não aconteceu. Era o início do seu declínio, agravado por um tumor na glândula pituitária que decretou sua aposentadoria em 1974.

Mas Jack tem mais feitos no boxe para se orgulhar. Além dos títulos na Califórnia, o futuro vilão de "Superman II" chegou a ficar entre os 10 primeiros no ranking mundial dos pesos pesados. Seu nome está no Hall da Fama do Boxe da Califórnia e de Nova Jersey, seu estado natal. E não lhe faltam histórias: ele perdeu, mas teve a honra de lutar contra nomes como George Foreman e Ken Norton. E contra Ali. Não o Ali famoso, mas seu irmão quase desconhecido, Rahman Ali, que Jack ajudou a aposentar depois de um pedido do próprio Muhammad.

Viril Energy Plus Turbo

Pénis Duro, Grande e Grosso!

Péssimo filme de "Quarteto Fantástico" compromete o tão esperado encontro em um novo filme com " X-Man". Produtora teme contaminação do filme com sucesso X -man.

Depois de conceber Poder Sem Limites, um belíssimo filme de estreia que trazia heróis para um mundo muito mais real do que estamos acostumados a ver e mergulhava em personagens complexas, trazendo o drama do adolescente em vários níveis para o centro da trama, Josh Trank parecia ser a pessoal ideal para dar nova vida ao Quarteto Fantástico no cinema. O reboot sonhado pela Fox, que detém os direitos sobre o supergrupo da Marvel, assim como tem os dos X-Men, poderia estabelecer com este filme um universo compartilhado para seus heróis nos moldes do que seus rivais têm criado com bastante sucesso. Mas os planos do estúdio estão oficialmente frustrados. Tanto os boatos que cercaram a produção conturbada quanto as primeiras críticas ao novo longa infelizmente são verdadeiros: o novo Quarteto Fantástico é um filme ruim.

O "decreto" dos críticos não é exagerado. O longa tem tantos problemas que fica até difícil elencá-los sem correr o risco da análise parecer obsessivamente negativa. De um modo geral, há um conflito entre o tom do filme, que se pretende mais sóbrio e profundo do que o dos longas infantilizados que Tim Story dirigiu na década passada, e o roteiro, muitas vezes primário, que parece ter sido escrito às pressas, diante de tantas frases feitas e lugares comuns, que anuncia a cada sequência o que está acontecendo em diálogos explicativos e que rarissimamente se dedica a explorar as personagens. A ideia saudável de tentar se aproximar da maior complexidade que o cinema deste gênero pede hoje desaparece e, se não forem realmente melhores, os filmes de Story parecem ao menos mais coerentes ao se assumirem como aventuras descartáveis.

Trank parece ter tido sérios problemas com o estúdio em relação ao que cada um esperava do projeto. Assustado com as reações ruins, teria tuitado uma frase emblemática: "um ano atrás eu tinha uma versão fantástica disso. E ela teria recebido ótimas críticas. Vocês provavelmente nunca a verão. Essa é a realidade". As farpas podem indicar que as interferências da Fox teriam transformado radicalmente o projeto, convertendo-o num filme de origem menos arriscado, embora a história tenha suas ousadias, se aproximando mais do grupo em sua versão Ultimate nos quadrinhos. Podem explicar inclusive o descaso completo com uma personagem tão fundamental como o Dr. Destino, resumido a um adolescente revoltado com o mundo que ganha poderes e coloca em prática um plano maligno para destruir o que considera incurável. Já passamos dessa fase.

Mas será que os atritos entre cineasta e estúdio explicariam a falta de cenas de ação realmente empolgantes, o cenário frio que não ajuda a causar empatia com as personagens, a apresentação do grupo em ação que segue um roteiro batido, onde cada um demonstra seus poderes e se dá mal e depois resolve agir em conjunto para evitar o 7×1? Será que justifica o fato de Reed Richards, um dos homens mais inteligentes da Marvel, apontar para o efeito especial para dar uma explicação didática do que está acontecendo antes da luta contra o vilão? Certamente não ajuda a entender como um estúdio que ganhou tanto dinheiro com a franquia mutante aceita cenários sem vergonha que parecem cromaquis e efeitos visuais muitas vezes primários. E não justifica também o visual equivocado do vilão ou os uniformes preguiçosos dos heróis.

A escalação de Michael B. Jordan como Tocha Humana, a maior polêmica nos bastidores, foi o menor dos problemas. O ator pelo menos tenta recuperar o tom irresponsável do herói – que Chris Evans encarnou bem melhor nos filmes de Story, diga-se – e parece mais à vontade do que o resto do elenco, sobretudo em relação a Miles Teller, apático, e Kate Mara, excessivamente sisuda. Tanto Jamie Bell quanto o Coisa são relegados a segundo plano, mas incômodas mesmo são as interpretações de Reg E. Cathey, como Franklin Storm, pai de Susan e Johnny, dono do pior texto do longa, e Toby Kebbel, como Destino, que parece antagonista de novela teen embora tenha sido um vilão furioso em Planeta dos Macacos: O Confronto.

Tantos problemas se somam ao fato de que reboots geralmente são mal vistos pelo público. E se a bilheteria reagir tão mal ao filme quanto à crítica, o segundo longa do grupo, agendado para 2017, fica comprometido e a ideia de unir o quarteto aos mutantes no cinema, mais ainda. Resta saber se a Fox abriria mãos dos direitos e do orgulho e devolveria a trupe de Reed Richards para a Marvel nos cinemas. Para o estúdio, seria uma derrota pior do que a de vilão de quadrinhos. Para o espectador, um fio de esperança. Para Josh Trank, o ideal agora é procurar um projeto pequeno para tentar reconstruir uma carreira promissora. Ele já perdeu um dos longas solo de Star Wars e isso pode ser apenas o começo.


Viril Energy Plus Turbo

Pénis Duro, Grande e Grosso!